Quarta-feira, 6 de Abril de 2011
por João Maria Condeixa, em 6/4/11

Um pedido de ajuda externo tem custos certamente menores que aqueles que trazíamos de cada vez que íamos aos mercados financiar-nos. Para já hipotecámos em créditos apenas a geração que aí vem. Mais um pouco e teriamos recorrido ao fundo de estabilização financeira da Segurança Social, antecipando a sua insustentabilidade e hipotecando a geração de hoje e aquela que se prepara para "ir".

 

Por muito que custe uma ajuda externa, ela não se propõe a hipotecar o futuro e o presente desta maneira. E essa diferença importa.


publicado por João Maria Condeixa às 21:40
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