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  <title>República do Caústico</title>
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  <description>República do Caústico - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Tue, 14 Jun 2011 08:13:52 GMT</pubDate>
  <title>Pessoa, o incompreendido</title>
  <author>João Maria Condeixa</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://yogablog.zip.net/images/pessoa.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os portugueses não entendem Fernando Pessoa. Eu falo por mim e pela dificuldade que tenho em entender tudo o que dele vou lendo. Escapa-me. É triste termos tamanho génio sem que o compreendamos. Pior é com isso nos darmos por satisfeitos. Faz falta uma cultura pessoana, um motor que fomente a sua leitura e compreensão. E não a reclamem ao Estado:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ontem ao entrar na Bertrand para comprar um qualquer livro passei pela estante da poesia sem que nada me saltasse à vista. Nem um único livro ou lembrete sobre o aniversário do poeta. A verdade é que muitas vezes o marketing falha onde mais nos faz falta. Nisso, o Google fez mais num dia que um grupo de professores numa década.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E com esta postura não é de estranhar que não o celebremos como devíamos ou que não o compreendamos. Enquanto isso o Brasil vai por ele se enamorando ao ponto de me espantar com o número de pessoas que o citam, conhecem e já o percebem. Por cá seguimos antes a máxima: casa de ferreiro, espeto de pau.  &lt;/p&gt;</description>
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  <category>fernando pessoa</category>
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