Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
por João Maria Condeixa, em 13/5/10

Só pede desculpa quem fez asneira.E aumentar impostos é "a" asneira! Quebrar com uma promessa é (Só)cretinice!


publicado por João Maria Condeixa às 18:09
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por João Maria Condeixa, em 13/5/10

Um político quebrar uma promessa ainda antes de ser eleito.


publicado por João Maria Condeixa às 10:12
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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010
por João Maria Condeixa, em 12/5/10

Não vale a pena esconder a boa notícia que foi este crescimento no 1º trimestre. Não vale sequer minorá-la para com isso manter Sócrates a descoberto de ataques, pois, primeiro, não deve ser esse o caminho e segundo, nem o Primeiro-Ministro, nem o Governo, têm nada a ver com isto. O crescimento deve-se substancialmente a dois factores: aumento do consumo interno e aumento das exportações. E como sabemos, de declarações de interesses, vontades e retrocessos, más medidas e desnorteios nenhuma consequência advém que possa influenciar positivamente estes dois factores.

 

O consumo interno aumentou, sobretudo, graças a um aumento do rendimento disponível por via de da diminuição do sufoco dos empréstimos. E quem diminuiu a taxa de juro para mínimos históricos foi o BCE. O aumento das exportações dá-se, sobretudo, por aproveitamento do cenário cambial entre o Dólar e o Euro que beneficia bastante as nossas - europeias - transacções. Pouco mais foi que isto e como se vê não há dedo governamental.

 

Ora é justamente num destes aspectos, que promoveram este crescimento, que Sócrates se propõe cortar. Um aumento de impostos diminui o rendimento disponível, o consequente consumo interno e com ele lá se vai o crescimento. Se conjuntamente, tivermos, em resultado dos sinais que a UE tenta transmitir, um reequilibrio cambial, puff, eis-nos de regresso à cepa torta, onde mais ninguém tem nada para dar! É esta a falta de sustentabilidade de que se fala. É este o erro que se poderá pagar caro, por não controlarmos a despesa friamente.


publicado por João Maria Condeixa às 22:01
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010
por João Maria Condeixa, em 10/5/10

Acabo de buzinar aos ouvidos de um gajo que fez uma manobra tão estúpida que só visto. Pois, o senhor, em vez de esticar o dedo ou ter saído disparado a chamar nomes aos filhos da vizinha, acenou-me com um V de Vitória!

Eu juro que não aguento isto assim. Quero o meu país de volta. Um país em que a bolsa não toca máximos históricos, em que as pessoas sob stress soltam a pressão no desconhecido que estiver mais à mão e em que o único sorriso passível de transportarem na cara tenha origem sexualmente conhecida. Para não reconhecer a minha pátria já me bastava este clima alterado e o bónus do Mexia. Qualquer dia isto muda tanto que em vez de darem indultos com a vinda do Papa, aumentam os impostos!


publicado por João Maria Condeixa às 20:10
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por João Maria Condeixa, em 10/5/10

Dia 30 de Abril, Sócrates dizia na Assembleia da República que não iria aumentar impostos. Dizia isto peremptório e em tom sarcástico - como é seu costume - a Heloísa Apolónia e a Paulo Portas. Entretanto o Benfica sagrou-se campeão e enquanto o povo está ébrio, a rapaziada que faz dos outros parvos, mas que não é parva, aproveita para testar um eventual aumento de impostos

Da janela do escritório não vejo ninguém contra. Dos que se manifestam - que são dois -, a julgar pelas faces rosadas e o cachecóis cravejados de tinto, diria que não estão propriamente a falar nisto. Logo, que interessa que por si o adiamento da terceira travessia do Tejo e do novo aeroporto de Lisboa permita baixar o défice de 8,3 para 7,3 sem mexida na carga fiscal, se aparentemente há espaço para uma subida de impostos que patrocine a teimosia do TGV? Já alguém perguntou quanto baixaria o défice se se abandonasse o projecto? Talvez desse para deixar de lado durante um bom tempo a constante ameaça de aumento da carga fiscal.


publicado por João Maria Condeixa às 11:01
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Domingo, 25 de Abril de 2010
por João Maria Condeixa, em 25/4/10

Em dia "do 25" proliferam discursos um pouco por todas as autarquias do país. Põem-se cravos na lapela, bate-se com a mão no peito, ouve-se a "Grândola, Vila Morena" seguida do Hino Nacional e cospe-se a palavra liberdade ao ritmo de uma rajada de G3. Mas a liberdade fiscal, essa, fica por cumprir: a maioria das edilidades nacionais tem a sua Derrama, o seu IMI, o IMT, o IUC na taxa máxima e a dedução em IRS no mínimo. Sempre a asfixiar o mais possível o contribuinte. E por vezes para construirem pistas de ski na Amadora ou outras "necessidades básicas" do género.

Mas dessa liberdade quase ninguém fala..


publicado por João Maria Condeixa às 22:56
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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010
por João Maria Condeixa, em 7/2/10

Estou há 38 dias, desde que começou 2010, a trabalhar exclusivamente para alimentar o Estado e ainda tenho (temos) cerca de mais um mesito pela frente. Coragem!

Temas:

publicado por João Maria Condeixa às 14:23
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