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República do Caústico

"Os contribuintes portugueses morrerão como mártires"

23.02.11, João Maria Condeixa

 

Embora tenha tido azar com o dia escolhido, pois não chovia, pelo que não foi necessário um guarda-chuva a simbolizar o regime, José Sócrates dirigiu-se ao povo ao estilo do seu amigo/cliente de Magalhães, Muammar Kadhafi: "Não vou deixar esta ideia, os contribuintes morrerão todos como uns mártires" terá dito José Sócrates sobre a sua obra de regime, o TGV .

 

O homem conhecido por ser obcecado pela modernidade e pelo choque tecnológico disse ainda "Eu não sou um Primeiro-Ministro, sou o líder da evolução!" esquecendo que é responsável por um governo que tem binóculos a vigiar a costa em vez de radares e cujo último grito da tecnologia provocou umas eleições nada atribuladas. "...e se vierem a manifestar-se, serei bem capaz de lançar sobre vós os blindados - ah ainda não chegaram? - os submarinos - ah ainda estão para reparação? -  a PSP - o quê, não os há em nº suficiente? - bem, os meus Ministros Santos Silva e o Silva Pereira!"

 

Sobre a "geração rasca" que prepara uma manifestação para o próximo dia 12, Sócrates já terá afiançado que se trata de um grupo de jovens consumidores de leilões de dívida pública e de outras substâncias psicotrópicas, como por exemplo a música dos Deolinda, os principais cabecilhas dessa organização, que foram já identificados pela secreta que recebeu, justamente agora, um reforço financeiro depois de ter visto o seu anterior director pedir a demissão por cortes no orçamento.