Quando os mercados fazem tudo ao contrário do que nos diz Sócrates, numa reacção diametralmente oposta às suas palavras, dando ideia de que se Sócrates diz, então é porque vai suceder o contrário, não será isso também um sinal que nos querem dar de que este senhor já não tem credibilidade para governar?
Um dia depois de aprovarem o orçamento e de Sócrates vir dizer não ao FMI, os juros sobre a dívida pública atingem o seu recorde e hoje, dois dias depois, o próprio FMI fala da inevitabilidade da sua vinda.
É caso para dizer: sei por onde vou. Vou por onde ele não for!
E o que chove lá fora?
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