Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 22/8/11

O melhor indicador de cortes na despesa e na estrutura do Estado é a discussão ideológica. Quanto maior esta for, maior será o corte. Quanto mais se falar em Hobbes, Locke e Rousseau, mais profunda e estudada promete ser a coisa. Portugal deve ser o único país do mundo onde a receita para as finanças sai de um livro de ciência política.


publicado por João Maria Condeixa às 14:22
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Sábado, 20 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 20/8/11

O monopólio - inexistente - das IPSS preocupa a CGTP, mas os do Estado - e são tantos e reais - já não! Os correios já não os deixa assim, nem a rede eléctrica nacional, nem os caminhos de ferro ou sequer a linha por onde lhes chega o telefone ou a televisão mais cara do que seria suposto caso a concorrência fosse efectiva.

 

Neste artigo do Público consegue-se perceber que a continuidade das respostas sociais não deixa de estar garantida só porque o Estado está menos presente. A sociedade tem, em muitos casos, capacidade para se fazer substituir a ele, dando uma resposta mais eficaz e aumentando a sustentabilidade de todos. E o Estado tem de ter a humildade para o reconhecer. O mesmo que, com maior facilidade e menos preocupação, pode acontecer noutras áreas para lá da social.

 

Se o Estado-social tem capacidade para se tornar mais leve sem que o país perca com isso, o Estado-empresarial ainda mais. E com um imperativo e urgência maiores.


publicado por João Maria Condeixa às 12:25
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 9/8/11

Perante a ameaça de uma nova crise mundial - se é que saimos da de 2008/2009 - , importa mais do que nunca reformar e reestruturar um país para se preparar para um embate na balança comercial com a diminuição das exportações. O que aí vem não é macio:

 

se por um lado sofremos cortes no crédito com os cortes no nosso rating e nos embrulhamos na nossa (in)sustentabilidade financeira, por outro passamos as passinhas do Algarve sempre que os outros sofrem cortes nos seus rating e diminuiem as importações, como comportamento de retracção económica.

Quando não se tem rating, não é líquido que a quebra de rating dos outros nos seja benéfica. Nem sequer para efeitos de "vingança bairrista".

O que aí vem não é mesmo macio.


publicado por João Maria Condeixa às 10:50
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Sexta-feira, 1 de Julho de 2011
por João Maria Condeixa, em 1/7/11

Há uns anos, Guterres chamou-lhe um pântano e pirou-se. Depois foi Durão Barroso a dizer que o país estava de tanga e também acabou por sair. Sócrates, o profissional da desculpabilização, queixou-se do governo anterior, dos governos anteriores, da crise internacional, da oposição, do porteiro da AR, do pavão de S. Bento, enfim, de todos. Felizmente não conseguiu sair de fininho. Foi Portugal que o pôs na rua!

 

Face à herança recebida, este governo não abriu a boca. É mesmo outra geração e mais arejada. Pegou nas suas medidas e olhou para a frente, não perdendo tempo em culpabilizar o passado. É tempo de antecipar o futuro e não o ignorar - como até agora tinha sido feito -. Só assim se evitam derrapagens. Só assim se sai do buraco.

 

Mas falta agora começar a anunciar todos os cortes na despesa que permitam depois dar a folga que o contribuinte merece. Este passo de extinguir e começar já a vender o património dos governos civis é, espera-se, o primeiro sinal de muitos.


publicado por João Maria Condeixa às 11:19
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
por João Maria Condeixa, em 27/6/11

A diferença entre o governo antecipar um novo plano de austeridade, face ao que está a acontecer na Grécia, e a PECmania em que tinha caído o anterior governo que de PEC em PEC ia tentando remendar a situação, está em 4 simples pontos:

 

a) antecipação da crise - o PS trouxe-nos até este ponto, em grande parte por ter ignorado a crise internacional. Esse não pode ser o caminho, pelo que há que agir de imediato face aos sinais que se vão colhendo.

 

b) execução - um dos calcanhares de Aquiles do governo anterior foi a incapacidade de execução das medidas a que se propunha. Ao não executar, deixaram que o problema se fosse agravando e diminuiram a sua credibilidade, expondo Portugal, ainda mais, à acção externa.

 

c) vontade de resolver em definitivo - cada PEC, cada remendo. Nunca se ia mais longe ou mais fundo - não confundir isto com aumentar impostos -, pelo que o remédio nunca era santo. Quanto mais este governo antecipar e tiver a coragem de reformar, mais curativo será e mais rápida a recuperação.

 

d) Receita - a solução sempre foi única: aumentar impostos ou cortar prestações, sem que nada em paralelo fosse feito para controlar a despesa. Esta antecipação das medidas de austeridade recaem, essencialmente, sobre a reforma estrutural do Estado e o pacote de privatizações. O tal ir "mais longe, mais fundo". É bem diferente.


publicado por João Maria Condeixa às 10:08
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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 28/2/11

Vim a ouvir a TSF no carro a caminho do escritório. Quem falava era Teixeira dos Santos sobre os mercados e a dívida pública. Dizia que os mercados só pressionam a UE porque descobriram um calcanhar d'Aquiles que é a esta não possuir "mecanismos europeus de intervenção, de natureza federalista, como possuem os EUA". Que existem Estados Norte-Americanos em praticamente solvência, mas que ninguém os pressiona, por pertencerem a um bolo federal com mecanismos maiores que lhes permite essa defesa. E disse ainda que os mercados estão a exagerar agora, quando, em contra-ponto, tinham ignorado e adiado os sinais de crise.

 

O senhor que fez esta acusação foi aquele que descobriu a crise há meia dúzia de dias e que a negou até há bem pouco tempo, lembram-se? E pertence ao mesmo grupo daqueles que dizem temer a vinda do FMI por questões de ordem da soberania portuguesa.

Acatar ordens de uma instituição externa durante uns tempos é perigosíssimo e vergonhoso, mas ir, paulatinamente, transferindo poderes e instrumentos de gestão para a UE, até a tornar numa federação, já é um imperativo político. E o senhor nem se riu, garanto-vos eu, que estava a ouvir com atenção à espera desse momento. É preciso ter lata!


PS- a TSF faz 23 anos. Parabéns!

PS II - parece que também ainda teve tempo para prometer nova subida de impostos!


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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 24/2/11

Guardo a ligeira impressão que Portugal deve estar a ser visto como um daqueles putos baixinhos, rabinos e travessos, que fartos de fazer merda o dia todo e adiando o mais possível o assunto, ficam à porta da casa-de-banho, de pernas quase cruzadas e mãos em concha sobre a virilha, batendo insistentemente para entrar à medida que a "aflição" vai aumentando. 

 

É que, aparentemente, vamos agora esperar até 24 e 25 de Março por uma cimeira que decidirá sobre a flexibilização do FEEF, o que poderá - desta vez é que é! - acalmar o nervosismo dos mercados sobre Portugal - esses que iriam respirar de alívio com a eleição de Cavaco -. Até lá vamos indo de leilão em leilão - o que é bom até porque os juros estão muito em conta - tentando adiar a "aflição" e combatendo veementemente todos aqueles traidores da nação que dizem que Portugal deverá pedir ajuda externa.

 

O que fica por responder é quem pagará todo este atraso imputado sobre o país. Quem pagará este ónus sobre as contas públicas e as hipotecas que temos constituído para o futuro, caso se venha a verificar, no final, que o pedido de ajuda é inevitável?

 

É que quando Portugal se for "aliviar", pode já ter estragado a bexiga, mas a Teixeira dos Santos o máximo que pode acontecer é perder o cargo!


publicado por João Maria Condeixa às 16:44
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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 18/2/11

"Ah mas a direita também não seria capaz de evitar a escalada do desemprego!"

 

Falso. Para dar cabo das empresas e do emprego já basta a crise, não é preciso pedir ajuda ao Estado. Mas, ao optar por esta política orçamental o governo escolheu matar a economia, aniquilar o consumo e a procura interna. Preferiu esbulhar por via da receita fiscal os contribuintes apagando os erros e escamoteando a despesa pública pela qual é responsável, sem perceber que o que arrecadava para os cofres do Estado iria sair pelo lado dos apoios ao desempregados a curto e médio prazo e por outros apoios sociais.

 

Quando, já no limite, as PMEs se deparam com o crédito mais restritivo - também resultante do clima de retracção de que os bancos se previnem - com uma sobrecarga fiscal agravada e uma consequente descida na procura, nada lhes resta muita vezes senão despedir e/ou fechar portas.

 

Daí que a direita queira poupar as empresas. Pois reconhece que cada uma que "poupa" é, pelo menos, um emprego que salva, um potencial - por microscópica que  seja a empresa - motor  quer está a preservar para ajudar o país no momento da recuperação e um apoio que o Estado evita dar.

 

O desemprego seria alto, mas não chegaria aos níveis a que iremos assistir durante o próximo semestre, fosse a direita que estivesse no poder.


publicado por João Maria Condeixa às 17:27
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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 16/2/11

Eu vivo num país onde, entre a ida de Durão Barroso à Presidência da República e a chamada de urgência de Teixeira dos Santos ao Palácio de Belém, há tempo para um Primeiro-Ministro encher o peito e vangloriar-se com os números de 2010 ignorando por completo a retracção do último trimestre, que é prenúncio da recessão anunciada por muitos especialistas para o ano de 2011.

 

Como se as razões que levaram as outras 3 personalidades políticas a reunir não fossem diametralmente opostas ao seu optimismo. E enquanto José Sócrates quiser fazer este papel de quem não pertence a esta história, de quem está ali para lançar adornos, não há como levá-lo a sério. E também por isso deve ser contestado, pois esconder, atrás de uma cauda de matizes electrificantes, uma pateira de imundícies e dificuldades, também é mentir.

 

Querem exemplos das dificuldades que Sócrates teima em esconder? Taxa de desemprego atinge recorde histórico de 11,1%


publicado por João Maria Condeixa às 12:02
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 15/2/11

Gosto de ver incompetentes declarados agirem, com toda a lata do mundo, como se a qualidade lhes transbordasse da alma. Gosto, dá-me gozo e chega a ser das melhores personagens cómicas que consigo identificar. Para aqueles que já estão a dizer "lá está ele a falar de Sócrates", lamento desiludi-los, mas não. Não estou sequer a fulanizar - haverá palavra mais pretensiosa que esta mistura de rasca com erudito no dicionário português? -.

 

Falo de uns arreigados incompetentes que existem por todo o lado e que passam a vida a lamentar-se do trabalho, das condições e da incompetência dos que os rodeiam, sacudindo o seus erros para cima de outros; ou daqueles seres pequeninos que se brigam, como as mulheres na apanha do buquê, pela coroa de louros que não lhes pertence; ou daqueles que vêm reclamar dividendos sobre o trabalho que não fizeram, como aqueles arrumadores que estendem a mão p'ra moedinha sem terem sequer encontrado o lugar ou ajudado à manobra.

 

Todos estes exemplos podiam ser José Sócrates e a sua postura perante a economia do país, mas não são Falo no geral, pois claro, de todos aqueles que fazem da incompetência uma manifesta arte!


publicado por João Maria Condeixa às 14:03
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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 2/2/11

Enquanto as revoltas não dão a volta ao Mediterrâneo e chegam a Portugal para o povo começar a reclamar uma mudança de rumo - tenho essa leve esperança que isso aconteça antes da vinda do FMI - resta-nos ir assistindo com cara de muito parvos às diarreias que cada um vai tendo sobre o Egipto - também gosto do serviço público que a RTP está a prestar ao chamar-lhe Egito - e os seus restantes vizinhos.

 

É bom perceber que todos sabem imenso sobre aquela zona do globo e os regimes que por lá se respiram, quando até há bem pouco tempo a Tunísia era apenas uma estância de férias, o Egipto um enorme sarcófago a visitar - que muitos desconheciam ser uma ditadura - e a Jordânia e a Síria meros vizinhos de Israel, um com uma rainha gira e o outro com um armamento digno de registo.

 

Deixem de se armar em especialistas e em Nuno Rogeiros de segunda categoria - o que tem mais piada é que a maioria até gozava com o seu excesso de opinião antes dele se recolher - e passem antes para os assuntos internos. Ou já se esqueceram que por cá as coisas também estão a arder e que este mês já se começou a sentir a redução salarial e o aumento de impostos, o corte no dinheiro disponível para o consumo e consequente falta de circulação de moeda que, em conjunto com a falta de crédito para as poucas empresas produzirem, rebentará com a nossa saudável economia, tudo para alimentar a monstruosidade de uma despesa que teimosamente continua sem querer emagrecer, enquanto o vosso PM apregoa as 7 maravilhas do seu reinado com todos os ministros de que dispõe aterefados a inaugurarem escolas na tentativa quase alcançada de fazer esquecer os protestos - mais um, but who's counting? - na educação?

 

Isso, preocupem-se muito com os de fora e qualquer dia temos um a imolar-se na Praça da Figueira e só aí é que se vão lembrar que por cá imperava a ditadura da mentira.


publicado por João Maria Condeixa às 09:10
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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 31/12/10

2010 foi o ano em que o mundo mudou a cada 3 dias. O ano em que um governo já de si inábil no cumprimento de promessas eleitorais - José Sócrates disse-me que prefere o termo "objectivos" - passou a navegar sem rumo, sem cumprir sequer o que dissera 48 horas antes. Um ano cavalgado por PEcs sucessivos: um em Março, que rapidamente se mostrou insuficiente; outro em Maio, que teve a colaboração do PSD e que se propunha mais adequado à realidade difícil que Sócrates teimava em não ver, e por fim um terceiro, já mais austero - o PEC III - cujos resultados estão ainda por conhecer e que, tal como noutros anos, serão habilmente escamoteados ou adiados: ou já não se lembram das sucessivas revisões do défice orçamental no final de 2009?

 

2010 terá sido o ano em que Portugal passou a ser teleguiado por Bruxelas. Ainda que ao retardador!


publicado por João Maria Condeixa às 10:59
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Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 27/12/10

As medidas do Governo vão provocar recessão. Austeridade gera recessão e obriga a medidas adicionais de mil milhões.

Esta é a realidade e o futuro de Portugal. E José Sócrates num ilusório e propagandístico discurso de Natal devia saber que é feio mentir às criancinhas. E mais ainda aos adultos que nele votam.


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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 10/12/10

A economia agrícola é dos fenómenos mais fascinantes de estudar. Salazar doutorou-se nos fluxos do trigo, Cunhal especializou-se na questão agrária. Mas os parolos dos governantes portugueses de há 20 anos decidiram que não era "cool" investir em Agricultura. Depois do desinvestimento com a reforma agrária dos anos 70 e das políticas de rendimento dos anos 80, com Cavaco a aceitar a iniquidade da subsidiação europeia, ficámos sem agricultura. Hoje, não temos factor trabalho nem capital (a maquinaria está obsoleta), e a produção que sobrou liquidou-se perante a concentração da distribuição. E assim estamos de fora de um dos grandes negócios do século: a alimentação.

 

Portugal não tem dimensão para ser um player internacional como são os exemplos apresentados neste artigo de Pedro Santos Guerreiro. Tem ainda limitações edafo-climáticas que inviabilizam outras comparações. Mas em parte, é bem verdade, o que se passa. Sobretudo a citação que aqui pus.

E mais certezas tive desde que vi no terreno esse exemplo agrícola que é Israel: um micro país, onde em vez de solos há pó, onde em vez de chuva cai Sol e que consegue ser praticamente auto-suficiente em vários produtos alimentares. Portugal não se transforma também num exemplo destes por falta de crença e por ter visto na UE uma bengala eterna. Talvez se vivêssemos também rodeados de inimigos tivéssemos ambicionado e conseguido o mesmo que o Reino de David. O que ganhámos em paz, perdemos em vontade!


publicado por João Maria Condeixa às 17:58
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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 9/11/10

Enquanto o presidente chinês reunia com Sócrates e prometia ajudar Portugal a recuperar da crise económica, a Primeira-Dama Chinesa passeava por Lisboa. Com a sua comitiva trataram de comprar tudo o que viam, com especial carinho pelo artesanato português que irão seguramente copiar, replicar, produzir a melhor preço e tornar a sua importação extremamente apetecível. Por isso, não estranhem se o próximo Galo de Barcelos que virem numa loja Lisboeta disser "Made in China".

 

Com esta brincadeira quero apenas dizer que cada um tira o que pode destes encontros. Nem Portugal, nem China nasceram ontem e comprar dívida pública não é ainda um desporto nacional chinês, nem um dos mandamentos de caridadezinha de bairro fino de Pequim, pelo que é um negócio como outro qualquer, não devendo por isso ser visto como uma parte da salvação nacional, nem, por outro lado, como um acto vampiresco.

 

A China aproveitar-se-á das fraquezas dos países para se impulsionar o mais que possa. E o seu peso mundial, depois da crise, pisará severamente os calcanhares aos EUA que, apertado na sua posição de líder mundial, usará as instituições que partilha com a UE, como por exemplo a NATO, mais do que a sua capacidade financeira, para manter a sua hegemonia.

 

E a Europa, enquanto anciã da diplomacia, tirará, da relação competitiva EUA vs CHINA que, como há tempos disse Obama, moldará o Séc XXI, tantos outros dividendos que agora não estamos a medir. Afinal, quem está a aproveitar-se de quem?


publicado por João Maria Condeixa às 09:45
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Real Constituição da República do Cáustico
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