Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
por João Maria Condeixa, em 13/5/11

 

Hoje à noite vou estar aqui a analisar o debate Passos | Portas. Apareçam.

 


publicado por João Maria Condeixa às 17:48
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Terça-feira, 10 de Maio de 2011
por João Maria Condeixa, em 10/5/11

Vai-se a ver e um destes dias ainda nos diz que sempre quis governar com o FMI. Um vídeo da Rua Direita


publicado por João Maria Condeixa às 18:29
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por João Maria Condeixa, em 10/5/11

Não é que ambicione passar fome ou andar roto pelas ruas. Não quero sequer chegar a meio do mês contando os dias que faltam para o final e as moedas de cêntimo que me restam na carteira, mas a verdade é que era isso que José Sócrates merecia que me acontecesse. Pela forma como ele pensa que gere o meu dinheiro, pela forma como ele pensa que o usa e que dele abusa. Pela forma como o sente seu a ponto de, sem vergonha, o demonstrar nesta frase:

"Você comprou os submarinos, mas fui eu que os paguei"

Senti-me roubado e expropriado no debate. Órfão de sistema e de Estado - eu que tanto o desprezo - quando percebi que acima dele, se sentia uma pessoa, a ponto de achar que o meu dinheiro, que o nosso dinheiro, lhe pertencia. Dele para pôr e dispor, ignorando o suor que a mim me custara amealhá-lo. Ignorando os sacrifícios que tive de fazer ou o que tive de aturar para o juntar. Dele para sonhar, mandar e pagar.

 

Só por isto Sócrates merecia que eu não tivesse mais para lhe dar e que se cumprisse a máxima de Margaret Tatcher:

 

"O Socialismo dura até que se acabe o dinheiro dos outros"

 

De facto, podemos todos dizer que estamos no bom caminho para alcançar tal objectivo. Pena que seja esta a forma que estamos a escolher para lhe impor um fim.


publicado por João Maria Condeixa às 10:30
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
por João Maria Condeixa, em 6/5/11

Hoje às 21h vou estar aqui em directo a twitócomentar o debate entre Paulo Portas e Jerónimo de Sousa. O primeiro de muitos e importantes debates. Apareça. É só seguir o link e ir até ao site da TVI24.

 


publicado por João Maria Condeixa às 18:20
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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 15/12/10

Diz que ontem houve uma espécie de debate sobre as presidenciais. Nada de extraordinário e que não possa ser equiparado a uma discussão corriqueira numa qualquer praça de táxis deste país ou barbearia mais habituada a este tipo de assuntos - sim, porque as barbearias fazem-se pelo tipo de assuntos que tratam e não tanto pela forma como por lá se corta o pêlo -, mas ainda assim foi um debate, uma troca de palavras.

 

Mas também trocaram conceitos. Errados, mas trocaram:

 

O primeiro foi aquele velho conceito de que só quem viu pobreza, a poderá tratar. E quanto mais pobreza tiver visto, melhor será o seu desempenho. Os dois candidatos lá compararam as suas pilinhas mais paupérrimas, tendo-se chegado à conclusão que Fernando Nobre, por ter visto uma criança a correr atrás de uma galinha, não para a comer - veja-se a estupidez! - mas para lhe roubar o pouco alimento que ela levava no bico, era mais merecedor do cargo que o candidato do PCP - de seu nome, de seu nome...ai...aaahh...Francisco Lopes - que tudo o que tinha visto era um rapaz descalço e analfabeto filho de uma família que passava fome em Coimbra.

 

Meus senhores, se fôssemos abraçar esta vossa lógica politicamente correcta, enternecedora e romântica, teríamos já posto etíopes ou rapaziada do Chade a dirigir quase todos os países do mundo, mas, como sabem, tirando a contribuição para a construção de um vosso perfil mais humanista e sensível, essa solução não serve para mais nada! Por isso vejam lá se despem esses fatos com que vos vejo há 30 anos!

 

O segundo conceito, que se tem vindo a tornar cada vez mais banal ao ponto de qualquer dia a política ser a arte do vazio é o do "candidato do sistema". É um rótulo que já extrapolou a política, tendo chegado à bola, mas nem por isso deixa de ser uma tremenda falácia, embora colha cada vez mais simpatias.

Ser-se político, ser-se do "sistema", deveria ser um elogio e não uma arma de arremesso ou um telhado de vidro. Não se devia generalizar, com base no comportamento daqueles que da política retiram dividendos pessoais, abusam do poder ou que da política descartam quaisquer responsabilidades que não sejam louros, ao ponto de transformar o "ser-se político" numa pedra no currículo. Sob pena de um dia destes podermos apenas contar com pára-quedistas apanhados em qualquer esquina e empurrados, justamente por aqueles que se encontram perversamente nas máquinas partidárias e que importa combater.

Fernando Nobre tentou atirar com esta pedra a Chico Lopes. Chico Lopes tentou atirar-lhe com a pedra de volta. Mas nem um, nem outro, foi capaz de pensar que era ao expoente máximo da política que se estavam a candidatar e que, só por isso, lhe deviam algum respeito.

 

Faz, de facto, falta que alguém com tomates e mãos limpas - ah que imagem bonita! - possa dar um murro na mesa e afirmar com convicção que é político, tem um percurso reconhecido e que não está ali para papar grupos!

 

PS - relativamente ao resultado concordo com o Pedro Correia: ganhou Nobre.


publicado por João Maria Condeixa às 11:29
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