Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 29/8/11

Quando o filho contraria o pai corre o risco de ser deserdado. Quando o pai já pensava em deixar a herança a outros, a perda não é grande. Este sinal do PSD e de Passos Coelho não é uma afronta - tão pouco é o tremer da cooperação estratégica pois esta nem sequer foi declarada -.

É antes um marco na vida do PSD que veio confirmar aquilo que a constituição deste Governo já tinha indiciado: o cordão umbilical começa a ser desfeito.

 

Cabe agora a Cavaco Silva aceitar o facto com naturalidade para que na reforma possa gozar os netos.


publicado por João Maria Condeixa às 22:35
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Sexta-feira, 11 de Março de 2011
por João Maria Condeixa, em 11/3/11

Depois de Cavaco, Sócrates tem mais motivos para ir à manif. "À rasca" e com o lugar mais precário do momento, Sócrates já só pensa em chegar a casa para pintar a faixa com Teixeira dos Santos.


publicado por João Maria Condeixa às 11:03
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Quinta-feira, 10 de Março de 2011
por João Maria Condeixa, em 10/3/11

Depois de Cavaco, a moção de censura do bloco pareceu uma história de embalar. Um conto da carochinha para adormecer o menino. Só que o menino despejou a ira do dia anterior em cima de Louçã. Caso contrário, nem se tinha dado por ela!

 

PS - aquele que disse que esta não era uma moção para ser aprovada pela direita, reclama agora as abstenções. Digam lá se o senhor não é um pândego?


publicado por João Maria Condeixa às 18:43
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por João Maria Condeixa, em 10/3/11

Não podemos estar permanentemente a dizer que os portugueses estão arredados da política e que os jovens andam alheados desse mundo, para depois, quando os incitam a fazer ouvir a sua voz, virmos logo dizer que isso é incitar à desordem, ao caos e à sublevação.


publicado por João Maria Condeixa às 10:30
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Quarta-feira, 9 de Março de 2011
por João Maria Condeixa, em 9/3/11

 O país está boquiaberto com o discurso duro de Cavaco Silva. Acho até que se o senhor tivesse feito uma página do mesmo, no facebook, teria mais "likes" que a sua página pessoal. Ele bem tinha chamado a atenção que a partir de agora seria diferente, mas pelos vistos os incrédulos - aqueles que estiveram, como eu, 5 anos a vê-lo assistir de camarote, de braços cruzados, ao enterro do país - não quiseram acreditar que faria tal coisa. Ou pelo menos não assim tão de repente.

 

Foi vê-lo, num misto de aula de finanças e programa de governo, a enterrar o sorriso a Sócrates ao dizer que o comboiozinho de brinquedo dele iria hipotecar o país. Que não havia guita para lho comprar e que o emprego que ele teima em dizer que irá gerar, se evaporará no segundo a seguir. Que o contribuinte não é uma teta sem fundo e que no seu limite - ao contrário do que os boys todos pensam - mora a morte da economia de um país. Que o flagelo do desemprego deverá ser combatido privilegiando políticas que potenciem as empresas - fascista! berrou o PC -, e com iniciativas que criem emprego ou permitam defender postos de trabalho. Que a mentira - acho que Sócrates nunca teve as orelhas tão quentes - tem os dias contados e que há que tomar as opções correctas - ao que o executivo perguntou em uníssono para si como se faria tal coisa -.

 

De lamentar nesta tarde histórica, só mesmo o facto de não ter acontecido mais cedo e de ter sido guardada, como é apanágio calculista de Cavaco, para o momento político que mais lhe convém e em que a sua liberdade não lhe hipoteca o futuro.

 

Para nota vinte fica a imagem ao sair da sala, daqueles alunos socialistas, cabisbaixos e enraivecidos, que, sem terem levado boas notas para casa encheram as câmaras de televisão com perdigotos insultuosos ou anedóticos. Até Carlos César apelidou de "demasiado cruel" o discurso do PR. Coitado, logo ele!

 

Em suma, foi óptimo. O país precisava deste abanão e se não se importam vou para ali rezar por mais. Se ficarem atentos, os mercados amanhã vão reagir bem à coisa, vos garanto...


publicado por João Maria Condeixa às 22:26
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por João Maria Condeixa, em 9/3/11

Efeito regularis a partir do 14º dia. Apesar da entrada ter tido muito pouco de bom, a saída vai ser de facto um alívio..


publicado por João Maria Condeixa às 10:34
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por João Maria Condeixa, em 9/3/11

 Efeito regularis a partir do 14º dia.


publicado por João Maria Condeixa às 10:14
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 21/1/11

O último cartucho de Manuel Alegre é exigir que Cavaco Silva esclareça se fugiu ou não à Sisa. Isto é conversa de quem se está a candidatar à Câmbra de Murgunhenha-de-Cima!


publicado por João Maria Condeixa às 16:42
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 20/1/11

Nem os mercados são a tal coisa abstracta, nem a democracia deixou de existir por causa deles. Julgava que já todos tínhamos aprendido esta lição depois de repetida vezes termos tido que corrigir José Sócrates.

Daí que argumentar ou instigar medo com base nas consequências que as nossas decisões possam vir a ter sobre eles, me surpreenda e me faça discordar, sobretudo quando vejo que é alguém como Cavaco a dizê-lo - alguém que tem mantido alguma sensatez sobre o assunto.

Só que pelos vistos as eleições dão a volta à cabeça de qualquer um.

Não podemos entrar a pés juntos como tem feito Teixeira dos Santos, aka Paulinho Santos do governo, mas também não podemos ficar  seus reféns. E ameaçar nesse sentido é um mau princípio. Sobretudo para quem não tem necessidade de o fazer, pois com alguma segurança ganhará à primeira volta.

 

Hoje veio Fernando Nobre com a conversa do tiro na cabeça - ridícula, mas inocente -. Já o tiro nos pés foi dado por Cavaco Silva.


publicado por João Maria Condeixa às 17:38
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 12/1/11

Acabei de ver o telejornal. Onde andou nos últimos tempos este Cavaco Silva candidato?


publicado por João Maria Condeixa às 21:22
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
por João Maria Condeixa, em 6/1/11

A imagem de credibilidade e honestidade de um homem, cultivada e solidificada ao longo de anos, não se destrói por ataques indirectos ou estilhaços. Mesmo que por muito se insista. Só com ataques cirúrgicos, certeiros e fatais.

Tudo o resto, à imagem de um filme de ficção científica, são disparos inofensivos sobre um escudo reflector. E como se sabe, os ricochetes são imprevisíveis. Uma vezes, bem que mordem os calcanhares dos autores dos disparos.


publicado por João Maria Condeixa às 18:15
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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 23/12/10

Desisto. Mudei de canal. Não gosto de Cavaco por várias razões, mas nenhuma se prende com a sua desonestidade. E ter que aturar as dores de um autarca quixotesco que, em vez de tantos erros, omissões e silêncios do actual Presidente da República, prefere trazer o caso da tenda e do concerto em Viana do Castelo como prova da sua falta de isenção e mácula, não é para mim. Tenho mais que fazer. Infelizmente Portugal tem demasiados Defensores Moura e eu estou farto de tanta bacoquice.


publicado por João Maria Condeixa às 22:15
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por João Maria Condeixa, em 23/12/10

Cavaco, por causa das SCUTS, a exigir que Defensor Moura peça desculpa aos portugueses por lhes ter mentido e os ter enganado. Então e estender essa exigência a José Sócrates?


publicado por João Maria Condeixa às 20:57
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Sábado, 11 de Dezembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 11/12/10

 

 

Todos os dias vejo Cavaco nos Telejornais. De repente, tem sempre algo a dizer sobre e para o país. Aquele que Alegre acusou -  e bem  - como um "gestor de silêncios" utiliza agora a presidência como um meio para promover a sua candidatura e fala até que a voz lhe doa. Qualquer outro faria o mesmo, inclusive aquele que sabe desde pequeno quantos cantos tem Os Lusíadas. De lamentar é Cavaco não ter utilizado o palco da mesma forma durante o resto do seu mandato para algumas crises por onde fomos passando, nomeadamente, a da Justiça que para mim foi a mais gritante e com maior repercusssões na confiança que este país não inspira.

 

Mas enfim, pelo menos, agora que descobriu o palco, teve a razoabilidade e decência de nos poupar os outdoors. Dificilmente outro Socialista faria o mesmo..


publicado por João Maria Condeixa às 14:14
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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010
por João Maria Condeixa, em 3/11/10

A líder anterior do PSD, deposta por alguns da actual direcção, foi recuperada hoje na AR para poder enaltecer a imprescindiblidade do orçamento e vangloriar-se com os avisos que tinha feito antes do próprio partido, que agora lhe dá palco, lhe ter retirado a confiança política. E fê-lo como se nada internamente se tivesse passado. 

 

Por sua vez, Sócrates congratulou-se com o facto da sua anterior rival o ter compreendido e elogiou-a, esquecendo todos os ataques e ouvidos de mercador que fizera aos seus conselhos. Como se nunca os dois se tivessem cruzado. 

 

E perante todas estas palhaçadas, atestados de burrice passados ao eleitorado, cinismo desenfreado, trocas de galhardetes a que um dia resolveram chamar debates da nação, o Presidente da República, Cavaco Silva, diz-se preocupado com a impaciência dos portugueses. Queria o quê, se esta novela mexicana dura há meses e apenas lhes vão ao bolso?

 

PS - finalmente o orçamento foi aprovado e eu deixo de ouvir especialistas, economistas, politólogos e afins esmiuçarem de uma brincadeira de miúdos mimados um mar de suposições.


publicado por João Maria Condeixa às 17:22
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