Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010
por João Maria Condeixa, em 13/8/10

"A terra a quem a trabalha!". Foi este o mote em que a reforma agrária se refugiou, desvirtuando o conceito de propriedade, para reclamar para os trabalhadores o solo que não lhes pertencia.  Longe de querer discutir esse conceito, por saber, à partida, que jamais chegaríamos a um entendimento, a diferença, Tiago, é que hoje, aquele que se propõe a ficar com a terra, é justamente aquele que nela nada faz.

 

Um Ministro ao pretender que o Estado reclame para si as terras abandonadas dá a entender que não conhece a sua própria casa, nem as capacidades que tem para a arrumar. É que a bandalheira, que aqui denuncias, é muito maior por parte do Estado do que por parte dos privados. Basta ver aqueles que diariamente têm saído sacrificados, a apontarem o dedo ao seu vizinho "Estado" como co-responsável pelo cenário que agora vivemos, ao não cuidar daquilo que já é seu. Imagino o que seria se ainda tivesse mais.


publicado por João Maria Condeixa às 12:11
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