Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 31/8/11
Se Carlos César quer assim tanto o programa da manhã na RTPAçores pode sempre pegar na compensação salarial do ano passado e canalizá-la para lá. Estou certo que os funcionários públicos vão perceber da mesma forma que nós por cá percebemos a sua insistência.

publicado por João Maria Condeixa às 18:34
link do post | Please be gentle

Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 29/8/11

Quando o filho contraria o pai corre o risco de ser deserdado. Quando o pai já pensava em deixar a herança a outros, a perda não é grande. Este sinal do PSD e de Passos Coelho não é uma afronta - tão pouco é o tremer da cooperação estratégica pois esta nem sequer foi declarada -.

É antes um marco na vida do PSD que veio confirmar aquilo que a constituição deste Governo já tinha indiciado: o cordão umbilical começa a ser desfeito.

 

Cabe agora a Cavaco Silva aceitar o facto com naturalidade para que na reforma possa gozar os netos.


publicado por João Maria Condeixa às 22:35
link do post | Please be gentle | (1)

por João Maria Condeixa, em 29/8/11

Que é feito daquelas máquinas de luz negra que electrocutavam moscas? Era o que de mais parecido com um sabre de luz da Guerra das Estrelas a Humanidade conseguiu fazer..


publicado por João Maria Condeixa às 11:32
link do post | Please be gentle | (4)

Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 26/8/11

2 meses de governação pouco ou nada interessariam antigamente. O simples facto de hoje serem alvo de avaliação é sinal de que algo já está a mudar. É bom que este Governo se habitue a ser avaliado ao segundo, pois é na respectiva proporção que se pede que tome decisões. E que até hoje tem cumprido.


publicado por João Maria Condeixa às 14:58
link do post | Please be gentle | (9)

Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 25/8/11

My name is Rico, Amé..Rico!


publicado por João Maria Condeixa às 22:01
link do post | Please be gentle

por João Maria Condeixa, em 25/8/11

Amorim diz não ser rico, mas antes trabalhador. Eu digo o mesmo. Só que ao contrário de mim ele pode acreditar totalmente na minha afirmação.

 

Mas se esta afirmação foi infeliz, todas as outras, nacionais ou estrangeiras, não o foram menos. Em vez de dizerem que sim e de se armarem em beneméritos de circunstância - pois se o quisessem mesmo ser já podiam ter feito avultadas doações sem que nada os impedisse - deveriam antes ter dito que não andam a gerar riqueza para alimentar vícios de ricos e que enquanto o Estado não aprender a conter a sua despesa, a gastar apenas o que tem, a aumentar a eficiência redistributiva e o retorno dos seus impostos, então não valerá a pena contar com eles mais do que já conta.  

 

Não o terem feito é darem espaço a que hoje sejam taxados os super-ricos, amanhã os muito-ricos, depois de amanhã os ricos-assim-assim and so on, até ao último da cadeia alimentar, sem que o Estado - esse que precisa de ser educado - emagreça tanto quanto se deseja!

 

Os ricos já contribuem proporcionalmente mais, de acordo com os seus rendimentos, para o sistema. A prioridade sim, deve ser a diminuição do Estado e das suas superfluidades e o combate à evasão fiscal. Só assim vamos lá sem que amanhã nos voltem a pedir mais e mais.


publicado por João Maria Condeixa às 11:09
link do post | Please be gentle | (2)

Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 24/8/11

Este blogue quebrou a barreira dos 1000 comentários. Tem comentaristas de circunstância, outros residentes, uns que se identificam - a quem dou primazia - e outros que se mantêm no anonimato como um velho rebarbado numa casa de peep-show.

 

Além destes, há ainda aqueles - e  são uma grande maioria - que em vez de escrever aqui, onde faz mais sentido e onde há mais espaço para o efeito, preferem o acesso fácil do facebook.  Para uns ou para outros esta República não estabeleceu previamente critérios de resposta, resultando do meu próprio interesse, disponibilidade e "azeites" o momento do contraditório. E sim, sabe bem não ter regras para o efeito e poder-me marimbar para isso.

 

Mas apesar de não viver refém de comentários a verdade é que se não fossem eles a piada não era a mesma. Claro que se os quisesse assim tanto, sempre podia escrever sobre bola ao final de cada jornada, dando marteladas no árbitro, ou sobre moda. A moda agora está na moda! Ou metia uma cassete recalcada e com uma única faixa de azedume contra tudo e contra todos e a coisa seguia por esse caminho. Mas não quero! Por isso mantenham-se em contacto e vão escrevendo, sff, que a gerência agradece e a República ganha interesse. 


publicado por João Maria Condeixa às 12:20
link do post | Please be gentle | (5)

Terça-feira, 23 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 23/8/11

Nuno Gouveia no 31 da Armada:

"...Portugal não estaria no estado em que se encontra hoje se a indignação que a esquerda portuguesa tem demonstrado (e bem) sobre o despesismo na Madeira tivesse sido igual durante o mandato de José Sócrates. No fundo, Alberto João Jardim limitou-se a fazer o mesmo que o governo socialista fez: gastar o dinheiro que não tem. "


publicado por João Maria Condeixa às 14:58
link do post | Please be gentle | (2)

Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 22/8/11

 

 

Podem estranhar - podem até dizer que é uma coisa forçada e brejeira - que estando Agosto a terminar só agora recorra a este título. Podem dizer que é uma espécie de Quim Barreirice fora de tempo e despropositada e que por isso cheira mal. Mas o que vos digo é que se fui buscar esta frase é porque ela estava na capa de uma nova revista em que tropecei e que agora vos quero recomendar - tropeçar é mesmo piada, pois se vissem a ginástica que tive de fazer para a tirar da terceira prateleira lá no alto donde ela estava iriam perceber que, não só devo uns milimetros ao Michael Jordan, como as papelarias das nossas praças não percebem puto de estratégia de venda, mas enfim -.

O importante a reter é que a coisa tem pinta, chama-se The Printed Blog, está cheia de bloggers por todo o lado e que a avaliar por este nº1 não se perde mesmo nada em acompanhar.


publicado por João Maria Condeixa às 22:20
link do post | Please be gentle | (1)

por João Maria Condeixa, em 22/8/11

O melhor indicador de cortes na despesa e na estrutura do Estado é a discussão ideológica. Quanto maior esta for, maior será o corte. Quanto mais se falar em Hobbes, Locke e Rousseau, mais profunda e estudada promete ser a coisa. Portugal deve ser o único país do mundo onde a receita para as finanças sai de um livro de ciência política.


publicado por João Maria Condeixa às 14:22
link do post | Please be gentle

Sábado, 20 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 20/8/11

O monopólio - inexistente - das IPSS preocupa a CGTP, mas os do Estado - e são tantos e reais - já não! Os correios já não os deixa assim, nem a rede eléctrica nacional, nem os caminhos de ferro ou sequer a linha por onde lhes chega o telefone ou a televisão mais cara do que seria suposto caso a concorrência fosse efectiva.

 

Neste artigo do Público consegue-se perceber que a continuidade das respostas sociais não deixa de estar garantida só porque o Estado está menos presente. A sociedade tem, em muitos casos, capacidade para se fazer substituir a ele, dando uma resposta mais eficaz e aumentando a sustentabilidade de todos. E o Estado tem de ter a humildade para o reconhecer. O mesmo que, com maior facilidade e menos preocupação, pode acontecer noutras áreas para lá da social.

 

Se o Estado-social tem capacidade para se tornar mais leve sem que o país perca com isso, o Estado-empresarial ainda mais. E com um imperativo e urgência maiores.


publicado por João Maria Condeixa às 12:25
link do post | Please be gentle | (2)

Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 19/8/11

As bolsas desvalorizam à velocidade que caem ministros de Dilma Roussef.


publicado por João Maria Condeixa às 12:15
link do post | Please be gentle

por João Maria Condeixa, em 19/8/11

Passo pela SIC e o tema do programa da Dona Júlia é "a minha terra tem nome de...comida". Felizmente quando todos aqueles eruditos de oculinhos de massa e ferve intelectual subirem a Norte, a televisão voltará ao que era e ganhará novo alento, dedicando-se, em quase exclusivo, à bola e à novela, essas duas receitas que tão distantes estão desta paupérrima discussão.

 

Deixaremos de discutir se "Carne Assada" é uma terra do concelho de Sintra para discutirmos coisas importantes como a substituição do Izmailov aos 83 minutos. Deixaremos de ver pessoas sentadas de pernas penduradas e barriga saliente a falar na TV sobre o drama de ter uma terra com nome de "Chispalhada" para passarmos a ver proeminentes barrigudos  de cachecol do clube do coração a discutir que o "cab** do árbitro tá comprado!" enquanto a mulher, ou esposa - tanto faz - ficou em casa a tentar perceber por que raio a Nyreide pregou um par de patins ao Gérsom depois deste a ter traído com a Viviane.

 

Agora a sério, a silly season é só um agravamento daquilo que já se sente o ano inteiro, não é?


publicado por João Maria Condeixa às 11:00
link do post | Please be gentle

Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 18/8/11

Há famílias que vivem sempre em crise e que por isso adiam eternamente soluções de investimento que lhes aliviem as despesas correntes.

 

A família Estado - que às vezes se vai esquecendo que é descendente do Zé Povinho - é disso maior exemplo. Embora seja a maior proprietária de imóveis em Portugal, muitos dos quais resultantes de doações com indicações específicas do uso a dar, não foi capaz de encontrar tempo ou dinheiro para se mudar de um imóvel arrendado para um que lhe pertença. Por isso, ao mesmo tempo que arrenda monstros, tem por outro lado imóveis seus a cair ou subaproveitados. Claro que a coisa obriga a um investimento, a remodelações físicas, a obras e dores de cabeça, a empate de capital e a levantar pó e a arredar cadeiras. Mas pelo menos ficaria com uma coisa sua, arranjada e apropriada aos seus interesses, em vez de arrendar a terceiros deitando, como se costuma dizer, dinheiro à rua.

 

O retorno a médio-prazo, mesmo que fosse a longo, estaria garantido. Mas tal como aquelas famílias que eternamente vão adiando decisões deste género, o Estado vê-se, agora sim, com a necessidade premente de poupar e de cortar nas despesas mas com a impossibilidade ou falta de fundos para investir e o fazer.

 

Faltou-nos sempre visão de longo prazo. Por isso gastamos 57 milhões de euros por ano em imóveis arrendados. Ao próximo balão de oxigénio talvez fosse importante pensar nisto.


publicado por João Maria Condeixa às 11:25
link do post | Please be gentle | (2)

Terça-feira, 16 de Agosto de 2011
por João Maria Condeixa, em 16/8/11

"Na altura, também se falou de eu poder ter sido convidado - não vou dizer que sim nem que não, mas não o vou negar - para "chairman" da PT." Jorge Coelho em entrevista ao Diário Económico.

 

Alguém me explica o que está dentro de parêntesis sem ter de recorrer a igual rodeio?


publicado por João Maria Condeixa às 11:34
link do post | Please be gentle | (4)

Real Constituição da República do Cáustico
Leia atentamente este folheto antes de tomar a constituição como sua.
Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico, farmacêutico ou constitucionalista de família.
Em caso de emergência:
jcondeixa@hotmail.com
Posts recentes

Pulling the plug and full...

OE2012: do corte na despe...

Curto rescaldo da Madeira

Na Madeira

O fetiche do voto do betã...

A 18 cêntimos a acção (3)

A 18 cêntimos a acção (2)

A 18 cêntimos a acção

Em entrevista comparada

Alguém me explica este li...

Últimos comentários
Hmmm é pena que o blog tenha acabado :(
quanto mais a deleora só isto era um poste da edp ...
Cambada de antropomorfistas d'electrõesJá agora eu...
Durante uns bons anos - 5 pelo menos - tb fui ague...
Eutanasiar um blogue...eu sei o que custa manter u...
entrapolítico privado num tem né?Mas se todo o hom...
Oi muito thanx! amei re-ler essa publicação é engr...
é que não apanham pó....a desvantagem é que desapa...
mais comentados
Diário da República
2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


Temas

todas as tags

subscrever feeds